sexta-feira, 18 de Abril de 2014

Desta Aldeia pequenina »♥«

Percebes e polvos apanhados pelos amigos, iguarias deliciosas feitas pela minha amiga Ervilha Maria, estes amigos que são família, uma aldeia que é A paz, a casa cheia de crianças, o barulho e a confusão que são uma festa, a praia a 2 minutos pé, um pôr do sol que nos faz renovar a fé nos dias melhores que hão-de chegar e nós, os cinco, todos juntos outra vez.
365 Grateful. Sempre.

Páscoa


quinta-feira, 17 de Abril de 2014

spring playlist #6

O que dizem de nós



Oh Portugal. Oh Portugal. I am so excited to start sharing the images and beauty of Portugal with all of you. Spain had a beauty all it’s own, but to be honest Spain did not win me over the way Portugal did. I think by nature you connect better with one place over another. I loved so many moments during our time in Spain, but overall was not head over heels like I was with Portugal. I could spend years in this country, soaking up the color, water, sun, and coastal life of the Portuguese. Though I struggled with learning the language and understanding it, I still felt a deep connection to everything that was Portugal.
» Imagens e texto lindo sobre o nosso querido Portugal, The Fresh Exchange. Para seguir a estadia da Megan em Portugal, é aqui. Imperdível!

A receita

beet cake from tiger in a jar on Vimeo.

Elogio à Família

família é uma palavra bonita demais, a que tantas vezes não damos o devido respeito. nem valor. porque deve ser o maior elogio que alguém nos pode dar: chamar-nos família.
a primeira família que temos, a de sangue, como se costuma dizer não se escolhe. não se encontra. e por isso é tão especial, porque somos sangue do mesmo sangue, gene do mesmo gene, porque nascemos juntos, somos o nosso clã: aqueles que serão os nossos para sempre. mas depois existe a família que vai crescendo ao longo da vida, não pelos laços de sangue ou parentesco, mas pelos amigos que viraram primos, tios, manos e manitas. sim, porque aos amigos que são mais, dá-se um nome de família. são meus amigos? não, são minha família..

a diferença da família para os amigos é a presença. os amigos vão e vem. estão mais próximos ou mais longe. a família não está, é! a família nunca fica longe, fica apenas mais calada. os amigos chateiam-se, a família entende. os amigos cobram quando não telefonamos. a família telefona. os amigos não sabem quando são os momentos importantes da vida. a família aparece sempre sem precisar de aviso: lá de trás da porta, da casa ao lado, do outro lado do mundo, mas aparece sempre. e continuam as mesmas conversas de sempre como se fossem ontem. os amigos combinam para se encontrar. a família bate-nos a porta. aliás, a família entra pela porta mesmo sem bater, porque tem a chave de casa. aos amigos dizemos que gostamos. à família dizemos que os amamos. dos amigos sentimos saudades. da família sentimos a falta. os amigos enchem-nos os dias de coisas boas. a família enche-nos a vida de coisas boas.

como ontem, quando um dia difícil se meteu no meio de nós, apertou-nos o coração, quebrou-nos as forças. dia de merda, deixou-nos os olhos em lágrimas. mas o dia, mesmo duro - muito duro -, foi mais fácil porque a família estava lá. e nem foi preciso combinar: foram aparecendo, almoçou-se, conversou-se, fez-se companhia, bebeu-se uma verde, amparou-se os abraços, e os braços. e juntos, fomos família pela primeira vez num dia difícil. e juro que se cantou noite dentro:

"- esse coração assim desagasalhado, vais sair assim? 
não, não vais. saíste com um riso, mesmo no meio das lágrimas, deixaste a janela do sorriso aberta, coisa boa, coisa desperta. e olha: deixa-te de complicação, liberta a alma dessa prisão, deixa-te guiar pelo coração. porque há um bom feeling dentro de ti. um bom feeling dentro de nós, familia cuya.."
»

Vamos voltar aqui #2








Praia Vale dos Homens.

Uma espécie de mantra #

Quando começamos a navegar por mares não cartografados nos vastos oceanos da vida, há sempre aquele pequeno risco de cair pela borda da Terra. À medida que vamos explorando novos mundos para nos aperfeiçoarmos, vamos gastar mais tempo e energia a combater motins do que a seguir em frente na missão que decidimos cumprir de início.
Quanto mais subirmos na vida, quanto mais sucesso real tivermos, mais amplo será o impacto que exerce a nossa causa, principalmente sobre a vida dos outros. Daremos por nós a sermos bombardeados de todas as direcções. É quase inevitável. 
E será indiferente se estivermos apenas a tratar da nossa vida, sem nos metermos com ninguém. Mesmo se, na verdade, fizermos um esforço para não atrair qualquer tipo de atenção para nós próprios, a oposição, com todos os seus tentáculos, tentará apanhar-nos e puxar-nos para baixo.

quarta-feira, 16 de Abril de 2014

Intrepidez*

Dizia há dias a uma pessoa que a nossa auto-estima é tudo. E é. Acredito nisto como acredito na certeza do meu ser. Nem todos temos esta consciência e a clareza de perceber (e trabalhar) a importância que tem a auto-estima na nossa vida, na forma como encaramos tudo, o mundo que nos rodeia.
A forma como nos sentimos em relação a nós próprios afecta literalmente todos os aspectos da nossa vida. Desde aquilo que dizemos a nós próprios assim que saltamos para fora da cama antes de nos olharmos ao espelho, até à roupa que levamos para o trabalho, passando pelo modo como lidamos com os melhores e os piores momentos ao longo do dia, como nos comportamos perante os nossos colegas, amigos, família e as pessoas que nos são mais próximas, a consideração que temos por nós próprios acompanha cada fôlego, cada passo que damos.
A nossa auto-estima, que para algumas pessoas pode mudar a cada pulsação, manifesta-se na nossa postura: queixo erguido e optimista, olhos sorridentes, ou evitando todo e qualquer contacto enquanto arrastamos os pés pesados como se levássemos todo o peso do mundo sobre os ombros caídos e sobrecarregados.
Aquilo que sentimos em relação a nós próprios transmite-se não só através de cada palavra que proferimos mas também, e de uma forma muito mais essencial, com o tom e inflexão da nossa voz, por mais insignificantes que possam parecer na altura aquelas observações derrotistas ou depreciativas. Não só o que dizemos em voz alta é ouvido e julgado pelos outros, como também os comentários frios e ofensivos que nadam na nossa cabeça podem, eventualmente, corroer o nosso coração.
A nossa auto-estima reflecte quaisquer preconceitos que tenhamos contra os outros, e também contra nós próprios. Determina o modo e a razão pela qual nos limitamos no que toca a tentar alcançar o que desejamos, ou até apenas a sonhar com isso - das tarefas comuns da vida quotidiana à concretização de algo extraordinário. A nossa auto-estima é a nossa ferramenta, a nossa arma, e determina a forma como confrontamos os desafios da nossa vida, ou a forma como fugimos deles.

* ou de como quando temos a vontade, temos os meios.

O Jantar

Costeletas com puré de batata-doce, gengibre, abóbora e maçã

» para as costoletas

costoletas de porco (6 cá em casa)
sementes de sésamo
azeite e leite q.b

» para o puré

400 g de batata doce descascada e cortada em pedaços
2 colheres de sopa de gengibre cortado em tiras finas
120 g de abóbora (manteiga)
2 maçãs
50 g de manteiga
2 colher de sopa de mel
2 colheres de sopa de coentros

Para preparar o puré: cozer a batata doce, a abóbora, a maçã e o gengibre durante 5 a 7 minutos. Escorrer. Esmagar os legumes todos com a manteiga, o mel e leite (quente) suficiente para que o puré fique macio. Misturar os coentros no puré.
Entretanto, passar as costeletas pelas sementes de sésamo. Aquecer o azeite numa frigideira, em lume médio, e fritar as costeletas durante 2 a 3 minutos de cada lado. Servir com o puré e legumes cozidos ao vapor.
Esta é uma receita perfeita para acompanhar com espargos salteados em alho e azeite balsâmico.
»
Receita do livro "cozinha rápida, para saborear devagar" da donna hay. Um mimo do canal mais visto (por mim) cá em casa: 24 kitchen 

Viajar com três miúdos. E um cão.









Pausa*

1. Para Sul. Para a Aldeia. Somos apaixonados por este lugar.
2. Um fabuloso blog sobre viagens. Sou fã.
3. Receitas em vídeo. Adoro.
4. Livros, bons livros. Este e este.
5. Música. Excelente banda sonora.

* - para abrandar e respirar num fim-de-semana prolongado.
»
imagem | happily grey

Começar o dia assim

O meu pequeno-almoço foi tão simples como o que está nesta mesa. Iogurte natural com frutos vermelhos, banana, maçã, manga, sementes do bem, pólen, mel, amêndoas tostadas, muesli e pistachios torrados (tudo junto, numa embalagem da Jordans). Um café no final, o silêncio que hoje substituiu o barulho bom que enche as minhas manhãs e a companhia de um livro novo.
»
créditos imagem para o maravilhoso tucker

terça-feira, 15 de Abril de 2014

365 grateful »♥«


«Acho que só por contágio e influência dos nossos amigos brasileiros trouxemos, há poucos anos, para o vocabulário nacional a expressão do "ser uma pessoa bem resolvida". Não quer isso dizer que não houvesse entre nós a perceção de que algumas pessoas estão melhor consigo mesmas do que outras, independentemente das circunstâncias dos acontecimentos e das vicissitudes da vida. Mas a tendência sempre foi a de considerar que essas pessoas eram mais felizes ou mais bem dispostas naturalmente, como se se tratasse de uma questão de temperamento e, portanto, a atitude, o estado de espírito, a forma de reagir e agir fossem uma espécie de destino que calha em rifa em vez de uma construção própria e activa.
Ora se existe alguma característica distintiva nas pessoas bem resolvidas é a de saberem que são elas as protagonistas da sua própria história e que, aconteça o que aconteça, é a elas que cabe todas as decisões e resoluções. É a elas que cabe mudar a sorte, é a elas que compete tomar conta de si.
As pessoas bem resolvidas não são, necessariamente, as mais inteligentes, as mais bonitas, as mais temerárias ou as que têm mais sucesso profissional ou emocional. Também não têm de ser aquelas a quem a vida corre melhor. Frequentemente pelo contrário, até são as que tiveram perdas significativas mais precoces ou experiências dolorosas continuadas. A diferença em relação a outros é que aprenderam com isso e que usaram os acidentes de percurso, não para se instalarem numa frustração azeda nem uma desculpa crónica para todas as coisas que correm mal, mas antes tentaram dar a volta por cima e conseguiram. Foram conseguindo uma e outra vez e deram-se conta de que isso era um trabalho perpétuo e quotidiano. Neste processo de construção própria tem de haver uma crença arreigada na possibilidade de transformação. Tem de se acreditar que vale a pena tentar o que parece difícil e de se conseguir tirar gratificação do próprio caminho que se faz para lá chegar.
Ser bem resolvido quer apenas dizer estar bem com a vida. Para estar bem com a vida tem de se estar bem consigo mesmo, e possuir uma atitude aberta e honesta ao que há e ao que há para vir.
Não é fácil, mas é bom.
Muito bom.»

Isabel Leal

Uma fantástica companheira de férias






A novíssima Volvo XC70 - Cross Country. Familiar, confortável, versátil, linda, tão linda!, segura, suave, económica, ecológica... De sonho.
Obrigada, Volvo. Adorámos este mimo!

A Receita

Comprei uma embalagem de massa folhada. Levei ao forno a cozer (picada com um garfo e com grão seco a cobrir todo o fundo da tarteira). Depois de cozida reservei. Fiz um creme de baunilha (1/2 litro de leite, 2 colheres de sopa de açúcar, 2 colheres de sopa de farinha maisena, 3 gemas, 1 vagem de baunilha, 1 colher de sopa de manteiga - vai tudo ao lume num tachinho e mexemos até engrossar) cobri a massa, ainda na tarteira, com este creme. Deixei arrefecer um pouco e levei ao frigorífico. Enquanto isso, pus no forno metades de pêssego em calda (bem escorridas) com um fio de mel, anis estrelado e folhas de tomilho limão (15 minutos). Comprei uma embalagem de amoras maduras que aromatizei com mel e essência de baunilha.
Cobri a tarte com os pêssegos e com as amoras e deixei ficar fora do frigorífico, para servir à temperatura ambiente. Vou acompanhar com uma deliciosa bola de gelado de leite e umas folhinhas de tomilho limão.
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imagem | tucker

Martim

Pede-me para lhe vestir a t'shirt da estrela azul todos os dias. Pede-me para voltar para a nossa casinha azul, a mesma da cor da estrela, todos os dias. Pede-me para correr nas flores, com o Sal, todos os dias, ali, naquele azul que se mistura no amarelo, no verde, no rosa de um céu que fascina.
Digo-lhe que está quase. Que um dia será sempre assim. E que até lá peça desejos, de cor azul, e tamanho de um doce sul, à sua estrela preferida. Eu peço. Todos os dias.

Das coisas boas, biológicas








Mercado Municipal de Aljezur & Mercado dos Agricultores

Vamos voltar aqui








Praia da Carriagem.