sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Inspiração para o fim-de-semana »♥«


1. Uma música.
2. Um filme.
3. Um instagram.
4. Uma receita.
5. Uma reflexão.

Palavras que podiam ser minhas:

«e ao fim do dia o pôr-do-sol. que no outono é diferente, mais vermelho, mais intenso, mais raro - e lá esta, por isso, por ser mais raro -, mais saboroso. estes dias da primeira semana de outubro são um dos melhores segredos do Algarve. limpeza de alma, começar assim o outono. 
trocar as estações, troca os sentidos, e limpa a cabeça quadrada das marcações do calendário oficial. faz nos carregar energias quando os outros ja as consomem desenfreados. vantagem competitiva. mas amanha já é sábado. a praia vai ter mais gente, mais pessoas, menos espaço. está na hora de partir, com as baterias carregadas e o brilho na pele do bronze de outono. 
mais intenso, mais raro, e por isso, mais saboroso...» 
(in momentos)

» créditos imagens | pure blyss

Roupa (gira) de Outono

Na linha do menos é mais. Tão simples, tão bonito.

As minhas escolhas:

calças | camisa | acessórios | ténis
» créditos imagem | topshop via lis

A quem ainda se espanta

Tem sido um privilégio poder acordar cedo e namorar um céu cheio de cores. Tem sido uma sorte poder encontrar neste Verão de São Martinho antecipado a renovação do espanto que gosto de manter pela vida, pela surpresa dos dias, pelo que de melhor há-de vir. Aproveitar a luz de cada manhã, registar e guardar todos os bocadinhos de um céu perfeito que os meus olhos e o meu coração se alegram de poder ver e viver, expirar tudo o que de menos bom anda cá dentro, deixar ir e, depois, inspirar todo o entusiasmo de um novo começo, do princípio de uma nova esperança, deste acreditar no poder transformador das coisas pequeninas e de saber agradecer este sentir de espanto, tão fresco. Espanto. Pela vida e o que ela me dá, pelas pessoas que me inspiram porque não deixam de se reinventar, por ir mantendo certa e segura a definição do meu verbo ser. 
Espanto. Às vezes é tão simples perceber tudo o que preciso, tudo o que me basta.

» créditos imagem | blue mountain thyme

Como um lema de vida





quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Roupa (gira) de Outono


Vestidos. Uma espécie de paixão. Vestidos combinados com botas, com botins, com ganga a contrastar (como nesta imagem), com casacos de lã compridos, lã muito grossa e muito confortável, com um nó forte e certo dado à volta da cintura, vestidos lisos para que possamos combinar com acessórios e uma mala que faça a diferença, vestidos com padrões e com muita vida.
Adoro vestidos e adoro usá-los quando são uma escolha menos óbvia: no Outono e no Inverno.

As minhas escolhas: 
1. | 2. | 3. | 4. | 5. | 6.   

» créditos imagem | taylor stitch

Há quem adore sapatos

E há quem adore varandas, terraços, quintais, jardins, mini-jardins, ar puro misturado com flores, com sol, com vento e luz, um pequeno-almoço sob o sol do Outono, em família ou apenas connosco e com o silêncio como companhia, uma manta quentinha em dias mais frios e tudo aquilo que não tem preço e faz bem, tão bem, à alma.

» créditos imagem | stadshem via lis

Mais do que perder peso*

Todas as sextas uma nova consulta, um novo plano, uma nova prova dos nove.
Aprendi a lidar com a ansiedade desses dias (e das contas que procuro acertar com a balança) e a transformar a angústia dos números que, apesar do esforço, nem sempre o reflectem, em desafio comigo mesma. Aprendi a priorizar tudo o que me faz, mesmo, feliz. Desenho, para mim mesma, a matriz de prioridades que trabalho em contexto de formação, enumero todos os pontos fortes, todos os pontos de melhoria, todas as forças, todas as fraquezas, as oportunidades e as ameaças. Desenho para cada semana um novo plano de acção. Uma nova lista de metas e pequenas conquistas que me prendem ao objectivo e que me desafiam no caminho da superação.
Não entrego os pontos quando há dias maus. Mas também não me critico duramente quando falho. Aceito (às vezes ainda com alguma luta) que não sou sempre forte, assim como aceito que a vida não é sempre a direito. Guardo religiosamente todos os apontamentos que aprendi a escrever em cada dia, todos os esforços, todas as alegrias, todos os desalentos, toda a frustração transformada em energia, todas as pessoas que cruzam o meu caminho, todas as ajudas, todo o apoio, todas as coisas que ajudam e as que procuram deitar abaixo todo o trabalho de ser mais feliz. Tudo, mesmo tudo, faz parte do crescimento. E tudo, mesmo tudo, faz parte de uma experiência que vai muito além de perder peso e que é muito mais uma forma de segurar as rédeas da minha vida e de ter a coragem de querer ser mais feliz. Todos os dias.

* descobrir, e manter, o ponto de equilíbrio.
» créditos imagem | the southerly

Uma espécie de mantra




quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

O remo

Não é fácil dar o primeiro passo. Não é fácil arriscar começar de novo, bater com a porta, sair da zona de conforto, do perímetro de segurança, trocar o certo pelo incerto, abrir a bolha do tudo seguro, alinhado e conhecido, simétrico e sempre a direito. Há um risco grande de perder. É verdade. Há um investimento gigante de tempo, de coragem, de paciência, de resiliência e resistência, de força e de fé, em nós e no que acreditamos ser melhor para nós. É verdade, também. Mas do outro lado do medo há uma sensação incomparável de liberdade, de autonomia, de controlo, de gestão do nosso tempo, de confiança na nossa responsabilidade, de orgulho no ir em frente, de um saldo que depende de nós e que só é positivo se nós (e só nós) corrermos atrás do que mais queremos.
Muitas vezes, aquilo que nos falta é o remo. Forte, seguro e capaz.

Mudança e Inteligência Emocional
Aveiro
15 e 16 de Novembro
10h - 17h
 » créditos imagem | united by blue

Inspirar | Expirar *


* Fazer uma pausa a meio da semana.

1. Com esta música linda.
2. Com este livro tão bonito.
3. Com este vídeo inspirador.
4. Com este lugar de sonho.
5. Com estes bonecos feitos de amor.

Palavras que podiam ser minhas:

«O meu tipo de gente preferido é gente que não planeia tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado”, que pede desculpas. Aquele tipo de gente que é sincera, mas sabe quando e como falar, aquele que conversa a olhar nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo, que lê as coisas no elevador, que conta piadas, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de gente.... porque a felicidade não depende do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Depende da simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. De saber falar, calar, e acima de tudo ouvir.»
» créditos imagem | beatrice armano via the southerly

É esperar sempre a coisa maior

«A esperança é uma superação da realidade. É esperar sempre a coisa maior. É contra todas as evidências, confiar que a vida vai-se expandir em possibilidades nunca antes previstas ou imaginadas. A esperança nada tem que ver com o optimismo, esse copo meio cheio e meio tonto. Ela parte de razões muito mais fundas, que não vacilam mesmo nas dificuldades. Ela permanece, porque está assente na convicção inquebrável que independentemente do que aconteça pode sempre nascer uma coisa melhor das condições presentes.» inesperado.org

» créditos imagem | Nuno Moreira para The Sunny Store

Lema de vida



terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Banda Sonora de Outubro #3

verão

» créditos imagem (linda) | nirav patel

Roupa (gira) de Outono

É o estilo que gosto mais de usar. Um casual chic que fica sempre bem. Ganga (gosto muito da azul escura), sapato de salto alto (ou botins), uma t'shirt ou sweat cinzenta de algodão (o branco também anda sempre nas preferências), um blazer azul escuro ou preto (ou de riscas, adoro), uma mala gira, um colar giro e está perfeito.
Muito simples. Muito «menos é mais».

As minhas escolhas
As calças.
O blaser.
A mala.
» créditos imagem | Lauren Craig | Perpetually Chic

Há quem adore sapatos







E há quem fosse feliz descalça, numa casa como esta, numa aldeia pequenina no meio do Alentejo, com o mar por perto, árvores de fruto e uma horta biológica, animais para cuidar, filhos para ver crescer, o meu Amor para amar e a certeza de poder ser mais feliz com menos.

» créditos imagens | the design files  via enjoy the ride

Menos é (muito) mais

Dizem-te que não, mas tu tens a certeza que sim. Dizem-te que talvez seja difícil, e tu sabes que vai ser. Dizem-te que recomeçar uma e outra vez é coisa de teimosos, tu respondes com a definição de fé e de resiliência. Dizem-te que estás velho para isso, respondes com a garra e o entusiasmo dos 23. Dizem-te que há quem saiba mais, quem faça melhor, quem te vai arrumar a um canto. Respondes com resultados, com mérito, com todos os obrigados e todos os projectos de mudança que recebes, respondes com orgulho no pouco (que julgam) que tens e no muito que tens a certeza de ser.
Ninguém vive a tua vida por ti. Ninguém sente nada por ti. Ninguém aprende nada por ti. Ninguém muda nada por ti. Os erros são teus, as consequências também. As angústias são tuas, as conquistas também. Os medos são teus, as superações também. As obstáculos são os teus, os resultados também.
És tu que vives a tua vida. Os outros jamais irão compreender, sentir, viver tudo o que se passa dentro de ti.

» créditos imagem | can agaoglou

Uma espécie de mantra





segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

Abraço

Uma pessoa começa os dias muito cedo e termina muito tarde, uma pessoa esforça-se por aproveitar ao máximo cada dia e valorizar tudo o que de bom tem. Uma pessoa estuda, escreve, prepara cursos, dá cursos, orienta, termina os dias de coração cheio. Uma pessoa dedica-se, empenha-se, esforça-se por estar sempre bem, por ser optimista e por acreditar fazer sempre o melhor por si, pelos seus, pelos outros. Uma pessoa acha sabe que merece ser feliz, nem que para isso tenha de sacrificar uma parte da felicidade do agora por uma maior que está a caminho. Uma pessoa acorda quase sempre com este mantra na cabeça, que sai reforçado todos os dias com o sorriso do melhor filho do mundo. Uma pessoa acredita no poder do amor e no poder revolucionário da maternidade. Mas, e porque há tantos dias de mas, uma pessoa tem dias cinzentos em que só lhe apetece parar. Parar e pedir ao mundo que faça o mesmo. Um bocadinho que seja.
Uma pessoa é tão igual às outras pessoas, mesmo que a achem mais isto ou menos aquilo. Puro engano.
Há dias, muitos dias, em que uma pessoa, esta pessoa, precisava só de respirar o conforto e a paz do mais simples abraço. Aquele, e só aquele, que vive a 2500 quilómetros daqui.

Uma espécie de mantra





domingo, 19 de Outubro de 2014

Coisas boas de um Domingo simples

Roupa seca ao sol.
Voltar a andar nos barquinhos do Campo Grande (a minha infância na infância do meu filho).
O cheiro das ervas que comprei: lavanda, alecrim e tomilho-limão. (namorar sem pressa o Horto do Campo Grande).
O prazer de ter a casa limpa e arrumada.
Frango domingueiro reinventado, recheado de abóbora e batata doce e aromatizado com alecrim.
A simplicidade de um bolo de limão.
Apanhar sol. Inspirar sol. Querer ser (um bocadinho) sol. 
Sentir que sou feliz com este pouco, que é (o meu) tudo.

» imagem | às 9

sábado, 18 de Outubro de 2014

Inspiração para o fim-de-semana



1. Um disco novo. 
2. Um filme para ver com os miúdos.
3. Um sítio para conhecer.
5. Um blog muito bonito.

Palavras que podiam ser minhas:

«Para lá da porta há sempre um espaço que é único. Para trás fica a rua, as gentes com quem nem sempre te apetece cruzar, a pior das rotinas a que te é imposta, os ruídos, os atropelos, os desencontros, as caras fechadas, o frio ou o vento que nem sempre te apetecem abraçar. Para lá da porta, do lado de dentro, há só tu ou nós, há aromas que só tu reconheces porque são teus, a essência perfeita que resulta dos banhos, dos perfumes, da roupa da tua cama, das alfazemas e sabonetes que têm as tuas gavetas, do teu ph e do teu adn. Há uma claridade que sabes que vem de ti, das cores que escolheste para te receber todos os dias. Há a nostalgia de alguns dias misturada com a alegria de outros. De vez em quando há vozes e risos. De vez em quando há silêncios momentâneos e em certos dias há silêncios profundos. Há a luz indireta dos teus candeeiros e a quente das tuas velas. Há a espessura dos teus edredons e dos teus turcos e um cheiro que te conforta num banho de espuma. Há a textura das tuas paredes, as confidências que só elas sabem e os seus inúmeros amparos.
Para lá da porta há sempre um espaço que te recebe e que é o verdadeiro mundo. Aquele que desenhaste milimetricamente para quando fechas a porta deixar do lado de fora o avesso de ti.»

Margarida Brito, no seu bonito Deixa Entrar o Sol

» créditos imagem | we are love addicts em 'la crêperie da ribeira' 

Há quem adore sapatos

E há quem ande perdidamente apaixonada por esta mesa. E quem adore a ideia das tábuas de cortar a decorar uma parede. As da MedTastes (loja linda no meu Bairro lindo) são perfeitas.

» créditos imagem | planete-deco.fr

sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

Receita para o fim-de-semana

Somos todos fãs de panquecas. Adoramos o ritual do pequeno-almoço de Domingo. Na verdade, adoramos Domingos. Já não há a lista das compras da semana para ir ao mercado, a lista das tarefas de cada um para deixar a casa arrumada e em ordem. Há o tempo que corre um bocadinho mais devagar, há a casa onde adoramos estar nestes dias mais frios e de chuva, há o forno que duplica o trabalho que tem e que deixa a cozinha tão quentinha, há este sentir de conforto e mimo de Domingo que sabe mesmo bem.

Panquecas bonitas para o fim-de-semana
(faz 8 panquecas)

2 chávenas de farinha com fermento + 2 chávenas de leite (à temperatura ambiente) + 2 ovos + uma pitada de sal + 4 colheres de iogurte grego + 2 bananas esmagadas + pepitas de chocolate + 1 romã + 1 iogurte grego para servir + mel a gosto

Misturar bem todos os ingredientes (a farinha deve ser peneirada). Humedecer uma frigideira pequena e anti-aderente com um pouco de manteiga e ir colocando «colheradas» pequenas de massa. Repetir o processo até terminar a massa. Estão no ponto quando tiverem um aspecto dourado.

» créditos imagem & outra receita (muito boa e sem glúten) | dolly and oatmeal

Espaço | Tempo

Às vezes precisamos de um bocadinho de "vou só ali e já venho". De fazer alguma coisa só nossa, sozinhos, só nós e os nossos pensamentos, nós e as nossas dúvidas, nós e as nossas enormes neuras. A música ajuda (me) a desconstruir os problemas, a dividi-los em probleminhas e a começar a resolver um de cada vez. Correr faz o resto. Ajuda a limpar a cabeça, a libertar a pressão do mundo, a ir buscar energia positiva às coisas boas da vida (todos temos umas quantas) e a somar força para seguir viagem. Ajuda a  organizar ideias e a afastar aqueles pensamentos cinzentos que nos perseguem dias a fio e que só quando fazemos reset à máquina e nos distanciamos do novelo em que andávamos enrolados, percebemos que as preocupações não eram assim tão gigantes, nem tão enlaçadas. A verdade é que muitas das vezes, as preocupações que carregamos às costas não chegam a passar disso. E ver isto assim, claro como água? E a pessoa conseguir não se preocupar? E quem é que nos consegue fazer parar, quando corremos, como se só tivéssemos essa opção, nesta espécie de roda de hamster?
Só nós. Num espaço e tempo que demoramos algum tempo a perceber que está mesmo aqui, que esteve sempre aqui, e que é a única ferramenta que nos pode ajudar a relativizar, e a dar importância ao que realmente nos enriquece.
» créditos imagem | the southerly

Lema de vida


quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Mais do que perder peso

Organização. Trabalha de mão dada com a motivação e é a chave para que um novo plano alimentar seja cumprido sem dramas. Faço uma lista de refeições para cada semana. À sexta-feira fica pronta a lista das compras. Ao sábado de manhã vou ao mercado (e ao super) e ao Domingo organizo as refeições da semana. As minhas e as deles. E se há coisa boa que esta reeducação alimentar me trouxe foi este plano de organização semanal e que é a diferença entre fazer dieta e adoptar um novo estilo de vida. 

» créditos imagem | what should I eat for breakfast today

O Amor |

«Não dá para definir. É um desejo de abraçar com força o outro, com tudo o que ele traz: passado, sonhos, projectos, manias, defeitos, cheiros, gostos.
É querer pensar no que vem depois, ficar a sonhar com essa coisa boa que se chama futuro, vida a dois. É não saber direito o que ele é, mas sentir tudo o que ele traz.
É pensar em desistir e desistir de ter pensado em desistir ao olhar para a cara da pessoa, ao sentir a paz que só aquela presença nos traz.
É nos melhores e nos piores momentos da nossa vida pensar «preciso de lhe contar isto». É não querer mais ninguém para dividir as contas e somar os sonhos. É querer proteger o outro de qualquer mal. É ter vontade de dormir abraços e acordar juntos. É sentir que vale a pena porque o amor não é só festa, ele também é enterro. Precisamos enterrar o nosso orgulho, a nossa prepotência, os ciúmes, o egoísmo, as nossas falhas e desajustes, o nosso descompasso. O amor não é sempre entendimento, mas a busca dele. 
No fundo, e quando vale a pena, o amor é uma tentativa eterna.»

clarrisa corrêa
» créditos imagem | pure blyss

Uma espécie de mantra




quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

Há quem adore sapatos

E há quem adore as dicas de quem percebe desta paixão que é a decoração. E cozinhas, gosto tanto de namorar cozinhas. Esta é mesmo bonita.

» créditos imagem e restante projecto | heather bullard lifestyle

Inspirar | Expirar *

* E fazer uma pausa a meio da semana.

1. Uma música.
2. Um livro.
3. Um lugar.
4. Um projecto promissor.
5. Uma história linda.

Palavras que podiam ser minhas:

«Quem partilhou connosco a nossa dor, quem fica ao nosso lado em silêncio num momento de desespero ou confusão, quem vive o nosso choro, quem não exige saber tudo nem tem a pretensão de curar, só enfrentar connosco a realidade da nossa fraqueza ou até do nosso vazio em certos momentos. Amigo, aquela pessoa que mais nos sabe... Mais do que sabe o que é certo ou errado para nós, mais do que nos tenta mostrar o caminho, está connosco no caminho. Essa é provavelmente a forma de amor mais incondicional, mais pura, mais livre... e também a mais rara. A amizade verdadeira não é uma conquista imediata, mas um movimento precioso da liberdade contínua que une duas pessoas. «It takes a long time to grow an old friend.» E existe um valor imenso no tempo, interligado ao valor do crescimento e ao sabor de casa conquista. Cada lágrima, cada gargalhada, cada discussão, cada abraço, cada ausência, cada reencontro são a verdadeira cronologia de uma verdadeira amizade. Tudo o que nunca caberia em nenhum post e que só pode, e deve, ser vivido em pleno. 
E como lembra a sabedoria árabe, se tem um amigo, visite-o com frequência, pois as ervas daninhas e os espinheiros invadem o caminho por onde ninguém passa.»
Sofia Lucas
» créditos imagem | Daniela Marqueiro, no lindíssimo Boop

Roupa (gira) de Outono


Ando sempre a namorar uma écharpe ou um lenço novo. É uma espécie de paixão, uma imagem de marca, ando sempre com uma écharpe ou um lenço - são sempre grandes, enormes, dos que dão várias voltas ao pescoço, que ficam fofos, que são quentinhos no Inverno e floridos/coloridos no Verão.
A Anja também tem esta paixão por lenços e écharpes e vai mostrando no seu Instagram várias ideias, de muito bom gosto e com muita elegância.

Algumas das minhas escolhas:

Écharpes e lenços: aqui e aqui.
Malas, aqui e aqui.
Botas em dois estilos diferentes, aqui e aqui.

» créditos imagens | butik sofie

Como um lema de vida




terça-feira, 14 de Outubro de 2014

A Workshop Ideal



Pensar fora da caixa. Encontrar um espaço que reunisse os requisitos que idealizámos: luz natural, simplicidade, cheiro a café e bolo caseiro, ambiente acolhedor, simpático, familiar, bonito. Um lugar onde as palavras mudança e gestão (de emoções) se misturam com a partilha do que somos e do que queremos ser, e onde cada um escolhe os ingredientes (atitudes e comportamentos) que são a metáfora para a vida que queremos viver.
A ideia vive dentro de mim há um bom par de anos. O conceito deu alguns passos desde que o sonhei. A vida trouxe-me a melhor parceira de Soma. O mundo girou no sentido certo e as duas encontrámos o lugar ideal.
O «um dia vai ser assim» ganha, assim, forma neste adorável A Luz Ideal.
No próximo dia 20 é aqui que Somamos.

20 de Outubro
19h – 22h
A Luz Ideal
Rua General Schiappa Monteiro 2A,
Lisboa

Há quem adore sapatos



E há quem adore casas.
» créditos imagem | vt wonen