sábado, 22 de Novembro de 2014

Há uma semana foi assim



Fomos mimados pela equipa da Seat, que nos deu o privilégio de experimentar em primeira mão a magnífica Seat Alhambra. Fizemos uma viagem super confortável, com espaço para todos e mais alguns que quisessem vir (tem 7 lugares). Uma viagem com grande suavidade e um conjunto de soluções de segurança que tiveram um papel activo num fim-de-semana onde percorremos cerca de 700 km debaixo de muita chuva. Adorámos este mimo da Seat e adorámos ter a bonita Seat Alhambra como companheira de viagem e de trabalho até Aveiro e no regresso a casa.
Obrigada, Seat.

Inspiração para o fim-de-semana »♥«

1. Uma banda sonora.
2. Um brunch.
3. Um livro para ler com o Martim.
4. Um fim-de-semana a dois.
5. Um filme bonito.

E palavras que podiam ser minhas, soubesse eu escrever assim:

«Regressar a mim, é para mim, uma ideia muito cara. Passem todas as redundâncias, é juntar cá dentro tudo aquilo que anda disperso ao longo dos dias. A unidade interior é o patamar sobre o qual gosto de construir e improvisar. Estar inteira na vida, em cada momento, é o meu maior objectivo. Às vezes consigo.»
Laurinda Alves
» créditos imagem | garance doré

sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Há quem se apaixone por sapatos



E há quem se apaixone perdidamente por espaços assim. Uma sala linda, com lareira, numa casa com 'águas furtadas'. Perfeito.

» créditos imagens | alvhem

21 | 11 = 6

Foi tudo o que disse e tudo o que ainda quero dizer. Foi tudo o que senti e tudo o que de melhor aprendi a viver. Foi tudo o que acreditei e tudo o que de bom a tua vida me trouxe. Foi tudo o que duas parcelas simples, mas cheias de vontade de serem felizes, conseguiram somar. Foi todo um mundo novo. O do amor. Aquele, este, o nosso.
21. Mudou tudo. 
Muito orgulho na nossa força. Muito orgulho na nossa vontade de acreditar sempre. Muito orgulho em aprender o verdadeiro sentido da palavra resiliência. Muito orgulho na dor que transformámos em fé. Muito orgulho no coração apertado que transformámos em força. Muito orgulho nas saudades, na união cerrada, na persistência, nos limites que definimos, na aceitação que ensinámos um ao outro, na adaptabilidade à distância, nos imprevistos todos a que soubemos dar a volta. E na confiança na vida, a mesma que nos deu todas as respostas, nem sempre quando queríamos ou mais precisámos, mas no momento em que estávamos prontos para dar o salto. 
Hoje, como naquele dia, foi o que disse e o que quero dizer sempre: 
- atravessar a vida de mão dada, acreditar que o que sentimos é tudo quanto nos basta.
Que o melhor dos nossos dias seja sempre tu na minha vida e eu na tua.

Certezas absolutas


quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

Roupa (gira) de Outono

Este casaco é um caso sério de amor.
Outros que podiam vir viver cá para casa:

1. | 2. | 3. | 4. | 5.

» créditos imagem | happily grey

Parceiros Soma | Zeca Aveiro & Biscoito

Duas adoráveis surpresas em Aveiro. Dois espaços contíguos, acolhedores, com uma linha de trabalho totalmente fora da caixa, como gostamos e como procuramos para as nossas formações.  
Fomos muito bem recebidas no Zeca Aveiro e no Biscoito. Foram dois dias em que nos sentimos mesmo em casa, numa sala gigante, com uma ardósia onde apetece dar largas à imaginação, a música tão bem escolhida e o conforto de sentir um espaço como nosso. Muito, muito bom.
Duas coisas importantes sobre os nossos parceiros e que merecem destaque:
 - o Biscoito organiza várias workshops, ateliers, tertúlias, é um espaço com muito dinamismo e muito bem gerido pela Telma e pelo Rui, os anfitriões.
 - o Zeca Aveiro tem só o espaço mais querido de Aveiro, onde bebi o melhor chá de morangos e chocolate de sempre. Vende «bocadinhos de Aveiro» para todo o mundo e tem o melhor slogan de sempre: em cada esquina um amigo. Foi isso mesmo que sentimos na Ana e no João, os donos do Zeca: «é tão bom uma amizade assim | faz tão bem saber com quem contar».
Obrigada, Aveiro. Foi mesmo muito, muito bom.
» imagens | às 9 no instagram

v.t. Tornar firme, estável | fig. Tornar forte, seguro

Dias cheios. São eles que nos empurram para a frente. Dias em que sentimos que tudo é mais pleno, mais perfeito dentro da imperfeição da vida, dias em que não cabe mais nada cá dentro, porque nós ocupámos o espaço todo com a vontade de ser. Dias em que só há certezas, porque as dúvidas estão arrumadas nas devidas gavetas. Dias em que o amor basta. Dias em que as noites são maiores, porque a vontade de não ver o fim deixa-nos sem vestígio de sono. Dias em que a soma dá sempre o mesmo resultado: 1+1 = 6. 
Há dias em que podemos até nem saber muito bem o que queremos, mas temos a certeza absoluta do que não queremos.
São estes os dias de absoluto existir, daquela serenidade tão boa, daquela força de viver com paixão, de aprender a saber esperar e confiar que tudo o que é nosso acaba por vir ter a nós. No tempo certo.
» créditos imagem | pure blyss

Do que a vida ensina




quarta-feira, 19 de Novembro de 2014

Roupa (gira) de Outono



Conforto como palavra de ordem.
Gosto de tudo nesta combinação: o corte do blazer e a cor linda, as calças, os ténis, a mala (perfeita!) e o lenço, claro, de quadrados e com o ar mais quentinho de sempre.
Podia tão bem ter saído assim. Tivesse eu a leveza, a delicadeza e o bom gosto da lindíssima Andreia Calisto.
» créditos imagens | glimmer le blonde

Na minha loja


Sou fã de cadernos. Sou a pessoa que continua a sentir-se feliz com o regresso às aulas. A mesma que continua a comprar (para mim) material escolar. Cadernos e canetas, mas sobretudo cadernos. Tenho tantos. Mesmo muitos. Guardo-os novinhos em folha, gosto de os ver ali, alinhados, perfeitos, com cheirinho a novo, lisos ou nos padrões que me inspiram, cheios de folhas em branco à espera das histórias que gosto de escrever, ou dos desenhos do Martim que dão mais cor à minha vida, ou dos recados queridos do meu amor-maior, ou das listas dos planos e dos sonhos.
Cadernos. Tinham de ser uma das minhas escolhas. E tinham de ser os da 1/1. Concebidos em parceria com o talentoso Daniel Mendes, cosidos à mão, com os detalhes do amor e da paixão de quem gosta mesmo muito do que faz.
Vivem na loja mais solarenga da minha vida. E esperam, com o anseio próprio de quem é apaixonado pelo verbo ir, por uma nova viagem, novas mãos e uma nova história.


na minha muito querida «the sunny store»

créditos imagens | Nuno Moreira para the sunny store & merkato

Emergir | Trazer à tona

Às vezes tens mesmo de cair, cair bem fundo, para perceber quem realmente és, de que fibra és feito, o que queres da vida. Vais perceber (depois) que nem sempre o fundo é a pior perspectiva. Vais perceber (depois) que às vezes é preciso ir a esse ponto para conseguir olhar para cima e ver o que te aguarda à superfície.
Porque quando mergulhas até ao fundo (de ti), até podes pensar que te aconteceu o pior. Mas será mesmo? Não será a partir do fundo (de ti) que encontras uma nova forma de olhar para a superfície?
Se estás lá, não olhes para o fundo como o pior que te aconteceu na vida. Pensa na forma como vais regressar à superfície. Aceita que no teu regresso à superfície terás de fazer muitas paragens de descompressão. Quanto mais fundo fores, mais paragens vais ter de fazer. E isso é bom. Porque a cada paragem que fazes, a vida dá-te a oportunidade de reflectir, de pensar, de analisar, de decidir. E isto tudo acontece enquanto repões os teus níveis de oxigénio, enquanto ficas mais forte. É este oxigénio e esta nova cadência que aprendes a usar, que te vão ajudar a ponderar sobre tudo o que viveste lá em baixo e a olhar para tudo o que te espera cá em cima com orgulho. Orgulho de teres aprendido a conjugação certa dos verbos submergir e emergir.
» créditos imagem | salt & steal

Como um lema de vida


terça-feira, 18 de Novembro de 2014

E foi assim, em Aveiro







A sintonia apurada, a motivação para a mudança de paradigma, a vontade de partilhar experiências, de melhorar competências, o pensar fora da caixa e arriscar começar de novo. Chegar ao fim de um fim-de-semana que teve tanto de exigente como de divertido, de produtivo e de leve, de aprendizagem e de laços que se criam, de proximidade com as pessoas que nos escolheram para trilhar um novo caminho e de proximidade connosco, nesta espécie de regresso a casa, a nós mesmos. Chegar ao fim destes dois dias cansada e absolutamente feliz. Chegar ao fim destes dois dias e ter a certeza de não trocar estes quilómetros, este mapa, esta bússola, este arriscar, este querer e este acreditar por nada do mundo. 
Porque é isto mesmo.

Roupa (gira) de Outono

A combinação que não falha e que anima dias cinzentos: ganga com ar-gasto, riscas (repetentes no meu guarda-roupa), a maravilhosa cor burgundy, uma clutch gira e (não se vê na foto mas seria a minha escolha) uns sapatos rasos ou uns criativos new balance. Hoje podia ter saído assim.
As minhas escolhas:
1. | 2. | 3. | 4. |5. | 6.
» créditos imagem | lis

Flexões | Modo e Tempo

Esquecer o que fomos, viver o que somos. É preciso perceber quando um ciclo chega ao fim. É preciso não querer permanecer nele, não querer perder a alegria, a esperança, o sentido dos outros ciclos que precisamos viver. É preciso avançar para além das perguntas que ficam a pairar em nós (do ‘porque é que isto me aconteceu’). É preciso aprender que ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado. O que foi não volta, o que temos é o agora, e o que vamos ter é o melhor que conseguirmos fazer hoje. É preciso aprender a abrir espaço no coração para as coisas novas. É preciso aprender a deixar ir embora. Soltar. Desprender. Saber que às vezes ganhamos, às vezes perdemos. E aprender, aprendemos sempre.
Esquecer o que fomos, viver o que somos. Seguir em frente.
» créditos imagem | birdasaurus

Uma espécie de mantra



segunda-feira, 17 de Novembro de 2014

Gostamos tanto de voltar aqui







Praia da Barra, Praia de Mira, maravilhosa cidade de Aveiro que trazemos no coração.

Roupa (gira) de Outono

Quadrados, flanelas, capas, sapatos rasos, estilo masculino. Ganga escura, messy hair, mala onde-cabe-tudo. Óculos de sol. Conforto, sempre. 
Hoje podia ter saído assim, tivesse eu a elegância da bonita Mary Seng.
As minhas escolhas:
1. | 2. | 3. | 4.
» créditos imagem | happily grey

des.com.pli.car | transitivo e intransitivo

Pouco te importa aquilo que os outros pensam de ti quando acreditas em ti. O que importa é provares a ti mesmo que não tens de provar nada a ninguém. O que importa é continuares firme no teu caminho em nome não da obstinação, mas da determinação, da tua força e da tua fé. O que importa é saber que se falhares o mundo não acaba e que as pessoas que realmente gostam de ti e te aceitam como és vão estar lá [sempre, sempre, sempre] para ti, para te carregar ao colo de todas as vezes que o teu mundo desmoronar. O que importa é que ao longo do teu caminho consigas aprender a rir de ti. A ser leve perante a vida, a relativizar, a descomplicar, a desconstruir, a descobrir em ti o gosto pela simplicidade. O que importa de verdade é que continues a sentir essa incessante vontade de ser feliz, esse impulso bonito que te motiva a acordar todos os dias e a dar a ti e aos outros o melhor que carregas no peito. O que importa de verdade é que saibas, é que tenhas a certeza absoluta, que só depende de ti seres mesmo, mesmo feliz.
» créditos imagens | united by blue

Como um lema de vida








sábado, 15 de Novembro de 2014

Há quem se apaixone por sapatos

Há quem se apaixone por casas. Casas com luz, com recantos cheios de luz. E com detalhes que dizem tanto sobre quem vive em lugares como este, claros, luminosos, que inspiram paz.

» créditos imagem | stadshem

Para o pequeno-almoço

Provavelmente o melhor pão, com ar de bolo, do mundo.

250 ml de água morna 
200 g farinha de centeio 
100 g farinha de trigo
1 gema de ovo
1 colher de chá de fermento biológico
sementes de papoila, sementes de linhaça, sementes de girassol
uma mão cheia de nozes, avelãs e pistachios
1 pêra grande, cortada aos cubinhos
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de açúcar amarelo

Misturar os ingredientes todos, bater muito bem. Juntar as sementes e os frutos secos (partidos aos pedaços) no fim. Levar ao forno (pré-aquecido a 180º) em forma untada e forrada com papel vegetal, durante 40 minutos.
» créditos imagem | the noisy plume 

Modo fim-de-semana


sexta-feira, 14 de Novembro de 2014

Roupa (gira) de Outono

Sexta-feira, casual mood. Podia, tão bem, ter saído assim. Tivesse eu a elegância da adorável Alexandra Pereira.

As minhas escolhas:
1. | 2. | 3.  | 4. 
» créditos imagem | lovely pepa

Inspiração para o fim-de-semana »♥«



1. Ouvir.
2. Ler.
3. Ir.
4. Comer.
5. Dar (amor).

Palavras que podiam ser minhas, soubesse eu escrever assim:

«Já o escrevi várias vezes. Eu também não me levo muito a sério. Porque, se levasse, a minha vida deixaria de ter a graça que tem e os acontecimentos tomariam conta de mim. Ora eu não gosto nada que tomem conta de mim. Gosto de ser eu a faze-lo, mesmo que nem sempre o tenha feito da forma mais feliz. Acontece a todos. Só que, à distância, mesmo naquilo que não terá corrido pelo melhor, acabo sempre por descobrir um lado em que as coisas poderiam ter acontecido de modo bem pior.
Digo imensas vezes isto aos amigos que atravessam problemas sentimentais. Se são novos, lembro-lhes o risco que correriam se tudo se passasse quando já fossem velhos. Se já são entrados na idade, recordo-lhes os bons momentos que, apesar de tudo, também viveram...
Sempre apliquei este princípio à minha própria vida. E quanto mais velha vou ficando, mais me rio de mim própria, da importância que atribuí aos percalços por que passei e da coragem que tive nas asneiras que também fiz. As quais, aliás, à data, me souberam muito bem...»


» créditos imagem | lovely life

Via mais larga | Liga um ou mais pontos

Afinidade, empatia. Uma questão de energia. Aquela intuição, do nosso santo que bate com o do outro. Ter a sorte de o meu caminho, a minha estrada, se cruzar com estas pessoas leves, de bem com a vida. Ser grata pela energia boa de quem chega e vem por bem. Fique o tempo que ficar, uma estação, uma lição ou uma vida.  
Há quem condene o optimismo crónico. Há quem não conheça uma forma melhor, e mais leve, de encarar a vida.  Quem acredita que as pessoas que se movem sob a energia da partilha, da gratidão e do afecto são as que chegam com tudo e mudam a nossa vida. Muitas delas sem saberem, sem grande esforço, apenas com vontade de dar, de partilhar, de fazer o outro feliz. Algumas trazem na bagagem o registo da mudança de 180º da nossa vida.
São mais felizes os que não perdem (nunca) a fé na estrada da vida. E nos outros.
» créditos imagem | delta breezes 

Uma espécie de mantra


quinta-feira, 13 de Novembro de 2014

Este post é sobre Amor

Escolher | Abdicar

Há um tempo para tudo. E as coisas só começam a correr mal quando misturas tudo. Precisas de te rodear das pessoas certas, das influências adequadas. Precisas de aprender a permeabilidade, a modelação. O que te fará grande é a partilha, cuidar de outros, deixares-te cuidar, ajudar e pedir ajuda. Dar deve ser a tua prática, a tua forma de ser e de estar. 
Por isso, faz as tuas escolhas. Distingue os que te trazem problemas dos que te ajudam a sair dos problemas. Abdica de algumas coisas que gostas e valoriza mais o que é importante, sob o que é urgente. E que consigas sempre sentir gratidão por tudo o que de bom é colocado no teu caminho. 
É esse o único alimento que precisas para a tua jornada.
» créditos imagem | brandon depuma