quinta-feira, 24 de Abril de 2014

Procuram-se

E vai ser tão giro!

Este post é sobre Amor #26



IKEA #vamosjantardentro



Já conhecia algumas pessoas, a Ana Teresa, a mente brilhante à frente da Comunicação da IKEA, o Pedro (que faz parte da equipa que me entrevistou para os Fazedores do Dinheiro Vivo) e a Joana, minha querida , querida amiga. Conheci a Mariana, da LuxWoman, a Marta, da Infopress, a Ana, do Dinheiro Vivo e a Maria, a nossa querida anfitriã. 
O mote: um jantar diferente, com desconhecidos, numa casa linda, ao pé da Sé, com Lisboa a entrar pelas janelas, sem cerimónias nem pressas. Um menu delicioso, uma cozinha de babar, conversas e muita partilha de ideias. Saímos da casa da Maria já tarde, bem mais tarde do que imaginei, e só porque hoje era dia de trabalho. Tínhamos sintonia e assunto para horas e mais horas.
Adorei é pouco para definir o quanto me sinto feliz por ter feito parte desta experiência. Vim para casa cheia de ideias de poder replicar o conceito dos SupperClubs. Porque não?
Para já, e porque a IKEA gosta de mimar e cuidar, deixo-vos tudo o que precisam de saber para poder participar numa experiência como esta. Vão adorar, tenho a certeza.
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"Uma cozinha é um lugar de partilha. É um lugar para conhecer melhor quem se senta do outro lado da mesa. É um lugar que aproxima, que junta, que liga. É isso que nos move quando pensamos em fazer, desenhar e criar uma cozinha. E foi isso que nos levou a criar este projeto.”

Para os membros IKEA FAMILY interessados em participar, gratuitamente, a cozinha da Maria vai estar aberta nos dias 1,2 e 3 de maio de 2014, e novamente nos dias 8 e 9 de maio. Tem 6 lugares por jantar e fica na Rua da Madalena, em Lisboa. A cozinha do João vai estar aberta nos mesmos dias e tem 5 lugares por jantar. Fica na Rua Domingos P. Brandão, no Porto. Vamos jantar dentro?  
As inscrições estão abertas a partir de hoje, 24 de abril, até dia 7 de maio, e para participar basta ir ao Facebook da IKEA, selecionar a aplicação “IKEA COZINHÄ”, e escrever uma frase inspiradora para ser um dos premiados para jantar. As frases ou textos mais criativos serão avaliados por um júri composto pela IKEA e pelo João e Maria.

Dear weekend,

1. Sou absolutamente apaixonada por tudo o que a Anna faz. Esta peça em particular.
2. Um livro (muito especial) para todas as Mães.
3. Este colar. E este livro. São os meus presentes.
4. Uma sessão especial, que é sempre uma experiência divertida, com a minha amiga Mafalda. Vão adorá-la!
5. Sítio perfeito para passar o fim-de-semana do dia da Mãe.
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* - let's fall in love. »♥«

Uma receita deliciosa e estes frascos

2 chávenas de aveia em flocos
1/2 chávena de avelãs inteiras
1/2 chávena de amêndoas picadas
1/2 chávena de sementes de chia
2 colheres de sopa de sementes de girassol
2 colheres de sopa de mel
2 colheres de óleo de côco
1 colher de sopa de essência de baunilha
1/2 chávena de alperces secos picados
100 g de chocolate de leite (uso Lindt)
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Forrar um tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal. Numa tigela misturar a aveia com as avelãs, as amêndoas, e as sementes. Juntar o mel, o óleo de côco e a baunilha. Espalhar a mistura no tabuleiro e levar ao forno durante 10 minutos (mexendo duas ou três vezes durante).
Retirar do forno, deixar arrefecer e juntar os alperces e o chocolate. Servir com leite, frio, ou iogurte grego. É deliciosa e dura muito tempo crocante quando armazenada em frascos bem vedados. Este, da IKEA, que fica lindo escrito com letras brancas.
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quarta-feira, 23 de Abril de 2014

Jantar dentro, com a IKEA

Jantar, partilhar, gostar. É este o mote para um convite muito especial.
Sendo a cozinha um espaço de partilha, a IKEA criou o projecto COZINHA. Há duas novas cozinhas IKEA em duas casas reais (uma em Lisboa e outra no Porto) e os anfitriões destas casas, seguindo uma tendência actual (Super Club) abrem as portas a desconhecidos, oferecendo-nos um jantar. Durante uma noite vamos poder jantar, partilhar, conversar...
Em óptima companhia, vou jantar a casa da Maria, que é a anfitriã deste primeiro jantar. E eu, que sou absolutamente fã de receber os amigos e a família em casa, de cozinhar e de partilhar, vou absorver cada segundo, cada detalhe desta fabulosa iniciativa. Prometo contar tudo. Até porque vocês, queridos leitores, vão poder participar num dos jantares que a IKEA está a organizar, através dos seus anfitriões, bastando para isso acompanhar a página da IKEA Portugal no Facebook. Boas notícias vão surgir por lá para todos os membros da IKEA Family.
Ainda não sei bem o que nos espera neste jantar, mas falando de cozinhas IKEA, de cozinhar e partilhar, as expectativas estão lá em cima. E este vídeo desvenda um bocadinho o que nos espera...

Pausa*

1. A entrevista da adorável Mariana Monteiro para a The Style Lab. Adoro esta revista!
2. As ideias tão queridas da Pano Para Mangas, Violeta Cor de Rosa, Catita Illustrations e Lis, para o dia da Mãe. E agendar uma sessão com a maravilhosa Rita e a Crush também é uma óptima ideia. Adoro estas fotos.
3. Este livro. Lê-se de um fôlego e espera-se por mais. 
4. Esta banda sonora (ando viciada).
5. "As coisas boas deviam durar para sempre”, o headline deste pequeno vídeo que fala de amor. Do amor de duas pessoas que se tornam inseparáveis, desde a adolescência até à velhice. Cada momento da vida a dois é ilustrado com um beijo. Tão, tão bonito. (pela Grey London e Academy Films).

A paixão por cozinhas

Uma ideia de iluminação super simples (e económica) à qual torcia o nariz e que adorei ver no resultado final. Fica lindo! Uma porta velha de madeira, que foi toda restaurada e que confere o ar mais rústico e acolhedor à nossa cozinha. Amo!
As almofadas para os assentos das cadeiras em tartan vermelho, letras de madeira que trouxemos de uma feira de rua, um garrafão de vinho daqueles antigos (que tinham um revestimento de plástico branco), que transformámos em jarra. Fica giro, giro, giro. Tapetes de juta e sisal (que são a minha grande paixão, a par com os kilim - ando perdida de amores por este) para a cozinha e varandas. Rústico e cozy. Como gosto. Está quase tudo pronto!

Acreditar*

gosto de metáforas que envolvam o sol e a lua. não por misticismo, mas por serem coisas tão reais e tão superiores à nossa existência, que nos tornam, de certa forma, pequenos. se há coisa certa na vida é que o sol vai sempre lá estar a aquecer este pequeno planeta, e que a lua vai continua a rodar à nossa volta, com aquele luar cheio, cíclico, repetitivo, mas sempre impressionante. se há coisa certa na vida é que o sol nasce todos os dias. podemos não vê-lo, pode estar chuva, céu nublado, nevoeiro, uma tempestade, mas que ele está lá, está. e a única forma de o vermos sempre, é estar numa posição acima da linha das nuvens, como numa montanha alta.

ora, na vida, acontece o mesmo. existem pessoas que são sol, que nos aquecem, que nos alegram os dias, que sabemos que estão lá sempre, mesmo quando não as vemos. mas raras - únicas mesmo - são as pessoas que conseguimos ver sempre a brilhar para nós. só acontece naqueles casos extremos em que a intimidade é tanta que se vive num patamar superior, pouco entendível, pouco explicável, em que nos sentimos no topo de uma montanha. aquelas a quem dizemos 'levaste-me ao céu' - e se foi levado mesmo. aquelas a quem nos abraçamos e nos sentimos levitar. aquelas em que a conversa nunca tem fim, nunca acaba, como a linha do horizonte. aquelas pessoas em que o silêncio é apenas porque se olha o outro. e isso não tem som.

quando vivemos neste estado meio embriagado, acima das nuvens, não há mau tempo, chuva, dias cinzentos que atrapalhem. porque isso são coisas térreas, lá de baixo. mas o difícil não é chegar ao topo da montanha - em qualquer paixão repentina, num pulinho sobe-se 'ao céu'. o difícil mesmo é conseguir ficar lá em cima, dia após dia. porque as noites são mais frias. mas por isso conservam mais. porque tudo é mais silencioso quando o outro não está, mas por isso permite conhecermo-nos melhor. porque no topo da montanha a solidão é mais dura, mas também por isso se dá mais valor à companhia. quando se está cá em cima é preciso coragem e persistência para passar as noites. mas quando se sabe que o sol nasce todos os dias, tem-se o sossego e a alegria tonta de simplesmente esperar que a terra - e o destino - rodem o suficiente para nos alinhar de novo com o que é nosso.
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J.D., no blog momentos

Bom dia, com uma receita da Vera*

Bati de frente com as imagens desta receita no Facebook do "Hoje para Jantar temos". Ficou tão bonita e com um aspecto tão delicioso que passou para a lista-de-receitas-a fazer. Foi ontem, à noite, no silêncio da casa, depois de tudo a dormir, que me dediquei a estes deliciosos muffins. E este pequeno-almoço soube a perfeição, das saudáveis. Perfeitos.

2 cenouras grandes, cruas
1 chávena de aveia
1 chávena de amêndoas com pele
1 chávena de passas
5 tâmaras
1 banana madura
1/2 chávena de óleo de amendoim

Ralar os flocos de aveia (fiz na moulinex) e deitar numa taça. Picar as amêndoas até ficarem em pó (também fiz na moulinex). Juntar à aveia. Picar as cenouras, as passas, as tâmaras e a banana. Juntar os ingredientes todos e mexer bem.
Levar ao forno, em forminhas de quequer (a minha massa deu para 8) durante 30 minutos (forno pré-aquecido).
No final, servir com iogurte grego e sementes de papoila.
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terça-feira, 22 de Abril de 2014

A vida a que muitas pessoas se restringem.*

Certo dia, um menino foi ao circo com o pai. No decorrer do espectáculo, o pequeno rapaz ficou maravilhado com o enorme elefante a fazer demonstrações de força e habilidade. Encantado, o pequeno rapaz não se foi embora sem que visse mais uma vez o grande elefante, desta vez nas boxes dos animais. Mas por mais estranho que pareça o menino ficou intrigado e eis que solta uma pergunta:
- Pai, porque é que um animal tão forte está preso a uma estaca tão pequena e a uma corda tão fina?
O pai sorriu e respondeu:
- Para prender um elefante não é preciso mais do que isto.
Continuaram os dois a caminhar em direcção a casa e o pequeno rapaz pensava em voz alta:
- Que coisa estranha. A estaca é tão pequena e a corda é tão fina. O elefante tem força suficiente para derrubar uma árvore, poderia, com facilidade, arrancar a estaca do chão e fugir… porque é que ele não foge pai?
- O elefante não foge, porque desde muito pequeno que foi preso a uma estaca. Em pequeno ele tem menos força, puxa a corda e tenta soltar-se, mas não consegue por mais tentativas que faça. Dessa forma, ele desiste de se soltar e aceita o seu futuro, ou seja, ficar preso para sempre.
- Como assim pai? O elefante é um animal tão forte.
- É sem dúvida um animal muito forte, mas ele acredita cegamente que a vida é assim e que apenas pode viver preso.

Vivemos tantas vezes presos à ideia que temos das nossas limitações. Nem nos atrevemos a arriscar. Tornamo-nos prisioneiros de convicções, ideias ou preconceitos. E muitas vezes estes só existem na nossa cabeça.
Deixar que o medo atrapalhe a construção do nosso futuro é o maior erro que podemos cometer na vida, e contra nós próprios.
A boa notícia é que estamos sempre a tempo de mudar. De paradigma, e se quisermos.
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A nossa querida casa

Uma parede azul, a serenidade. Os cestos do meu contentamento. Pratos, de diferentes tamanhos, cores, padrões. Peças em esmalte que se misturam com madeira. Um vaso gigante de alfazema que os  meus miúdos me ofereceram só porque sim. Arruda e alecrim que a senhora do horto do Rogil me ofereceu para dar sorte. Hibiscos para a Madalena, uma oliveira-bebé para o pai, um limoeiro, um pessegueiro e um enorme tapete de juta que fará as delícias da nossa varanda quando sol e os dias maiores chegarem para ficar.
O Alentejo é sempre uma boa, muito boa, inspiração. E o coração da minha casa é um bocadinho alentejano. Com todo o orgulho. 

Eu vou!


Elogio aos sítios bonitos*

Uma mão cheia de anos depois, na história da nossa história, há dois sítios que marcam a ordem cronológica de tudo. Aqueles que nos fazem sempre suspirar de saudade e vontade de voltar a viver tudo outra vez. Foi tão, tão bom.

Monte da Vilarinha - fica na Carrapateira e só isso diz tudo. As paredes são em xisto e as casinhas a coisa mais querida de sempre. Simples, muito simples e de muito bom gosto. Terraços, alpendres, camas de jardim e espreguiçadeiras. Uma piscina de sonho, um pequeno-almoço de babar e uma pessoa nunca mais quer sair dali. É viciante, fica o aviso.

Três Marias - da primeira vez que visitei este sítio que cheira a alfazema, deixei um post no blogue a dizer que queria um igual, igualzinho! Noites à fogueira, quartos brancos, amplos, com terraços, o céu mais estrelado do mundo, um pequeno-almoço delicioso, cheio de detalhes nas loiças, nos linhos, nos cestos, mas pequenas coisas que marcam a diferença. Fica pertinho das nossas favoritas, a do Malhão e Aivados. É mesmo um dos melhores sítios do mundo. 
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* - e ao Amor. »♥«

Férias rima com panquecas

Uma das melhores surpresas da vida é quando ela se simplifica sozinha. Dá-nos a sensação de que aconteceu assim, do nada, fruto do acaso. Mas não. Tudo acontece por uma razão e porque algures no caminho deixámos espaço, terra e sementes para que agora a vida nos possa surpreender com uma simplicidade deliciosa. 
Quase tanto como esta receita de panquecas que deixou no ar e por toda a casa o cheirinho bom de um último dia de férias que se quis tão simples quanto vagaroso.
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1 chávena de farinha com fermento + 1 chávena de leite + 1 ovo + uma pitada de sal + 2 colheres de iogurte grego + 1 banana esmagada - misturar bem todos os ingredientes (a farinha deve ser peneirada), humedecer uma frigideira pequena e anti-aderente com um pouco de manteiga e ir colocando colheres pequenas de massa. repetir o processo até terminar a massa. estão no ponto quando apresentarem um aspecto dourado.

segunda-feira, 21 de Abril de 2014

365 Grateful »♥«


se me dissessem há uma semana que uma semana depois (quase) tudo seria diferente, dificilmente acreditaria. às vezes basta predispormo-nos a deixar que a vida aconteça e estarmos atentos aos planos que ela tem para nós. 
há uma semana não existia este grupo de pessoas altamente dinâmicas e motivadas, que só precisavam de se cruzar e encontrar alguém especial que lhes desse o mote para criarem juntas um projecto que poderá fazer a diferença, se assim tiverem vontade de o levar para a frente.
há uma semana não sabia que existia um bookclub, que se reúne periodicamente numa casa, em volta de uma mesa de petiscos, para falar de livros, partilhar experiências e rir muito. hoje passei a fazer parte dele. 
há uma semana, dormia até ao limite, não me levantava cedo para nada. hoje já programei o despertador para amanhã bem cedo ir ao ginásio e procurar a energia positiva que tanta falta me faz.
a vida é sobretudo uma questão de perspectiva. se pensarmos que só temos uma e que o relógio está contra nós [este vídeo dá muito que pensar...], não perdemos nem mais um segundo a desistir da felicidade. e se é certo que ela está em pequenas coisas, vou estar atenta para agarrar com unhas e dentes todas as oportunidades que me aparecerem no caminho. 
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* - Mais do que a partilha daquilo em que acredito poder fazer a diferença na velocidade dos dias, o que eu ganho com cada uma destas pessoas não vem escrito em livro nenhum.
Gratidão é um verbo que gosto muito de conjugar. Todos os dias.
Obrigada, querida J.

Cinco coisas boas #23

1. Listas e mais listas a começar a semana. Organização (e foco) como palavra de ordem.
2. Para quem pratica o verbo procrastinar. Excelentes dicas!
3. Música linda para a semana toda.
4. Uma casa deliciosa que faz sonhar.
5. Mantra para esta semana: nunca perder as três capacidades maiores que temos:

1. O espanto
O espanto é uma interrupção da realidade. É ser surpreendido por pequenos milagres. Milagres tão simples como sentir pele de galinha, ver uma lua cheia ou receber um abraço inesperado. O espanto é uma capacidade própria dos humildes e das crianças. É próprio de quem se deixa surpreender, próprio de quem não sabe tudo. O espanto é o começo do entusiasmo.
2. O entusiasmo
O entusiasmo é uma distorção da realidade. É pegar nela e puxá-la para cima. O entusiasmo põe os olhos a brilhar e faz-nos fazer loucuras. Mas loucuras absolutamente necessárias: ir dançar uma noite inteira depois de um dia de trabalho. Ver o nascer do sol. Mergulhar num mar gelado. Beijar a pessoa de quem se gosta. O espanto é o começo da esperança.
3. A esperança
A esperança é uma superação da realidade. É esperar sempre a coisa maior. É contra todas as evidências, confiar que a vida vai-se expandir em possibilidades nunca antes previstas ou imaginadas. A esperança nada tem que ver com o optimismo, esse copo meio cheio e meio tonto. Ela parte de razões muito mais fundas, que não vacilam mesmo nas dificuldades. Ela permanece, porque está assente na convicção inquebrável que independentemente do que aconteça pode sempre nascer uma coisa melhor das condições presentes.
inesperado.org

Elogio aos sítios bonitos*










* - onde nós podíamos viver o ano inteiro.
Praia do Malhão.

Bom dia, ainda no espírito do Alentejo



Pão acabado de fazer. Quentinho, com o melhor cheirinho do mundo. Simples ou cheio de coisas boas. Com uma deliciosa e fumegante caneca de café, puro ou com leite. Ou ao lanche, com um maravilhoso chá e compota de amoras. Pão fresco, quente e com uma boa manteiga, continua a ser o meu pequeno-almoço favorito. Bate tudo: as papas de aveia, a granola, os iogurtes (que amo) com frutos secos e mel, os batidos e os sumos de fruta. Não há um único pequeno-almoço, de tantos que gosto, que consiga igualar o prazer de uma boa fatia de pão quente com um delicioso café.
Não sendo esta receita parecida com o pão que comi as férias todas (do Rogil e de Almograve) tem um aspecto tão delicioso e tão saudável que entrou para a minha lista de receitas a fazer. Partilho convosco a inspiração: a tasty love story/nut&seed bread.

domingo, 20 de Abril de 2014

A receita da nossa Páscoa

3 ovos
½ chávena (chá) de óleo (usei côco)
1 chávena (chá) sumo de laranja
2 beterrabas cruas pequenas
1 cenoura crua pequena
100 g de chocolate preto (70% usei Lindt)
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 chávena de sementes de papoila
2 chávenas (chá) de açúcar amarelo
3 chávenas (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Lavar bem a beterraba e a cenoura e retirar com uma faca apenas as imperfeições. Bater no liquidificador os ovos, o óleo, o sumo de laranja, a beterraba e cenoura com cascas. Reservar. Derreter o chocolate com a manteiga. Reservar. Numa tigela à parte colocar os ingredientes secos, excepto o fermento. Misturar os ingredientes secos com a massa obtida no liquidificador e o chocolate derretido.
Acrescentar o fermento e misturar bem. Levar ao forno (médio) em forma untada e enfarinhada por cerca de 45 minutos. 
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inspiração e receita original | a tasty love story

Elogio aos sítios bonitos*










*- ao sol, ao sul e aos amigos.
Porto das Barcas. Lapa das Pombas. Almograve. 365 grateful »♥«

sábado, 19 de Abril de 2014

Este post é sobre Amor*

As férias, os fins-de-semana maiores, os dias que passam sem pressa, o tempo que se torna nosso aliado na celebração da vida e do melhor que temos na vida. Amor. Amor e o amor de quem nos ama. Os mimos, os abraços, os beijos, as pequenas declarações de gosto-tanto-de-ti, adoro-te, amo-te, és-o-meu-amor-maior que nos enchem o peito de ar, que nos fazem relativizar tudo o resto, que é tanto, e ainda assim perde força e sentido perante o tamanho de tudo o que é maior do que nós, maior do que a própria vida.
Que sorte grande, que privilégio, que sentimento poderoso. 
* [365 grateful]

sexta-feira, 18 de Abril de 2014

Desta Aldeia pequenina »♥«

Percebes e polvos apanhados pelos amigos, iguarias deliciosas feitas pela minha amiga Ervilha Maria, estes amigos que são família, uma aldeia que é A paz, a casa cheia de crianças, o barulho e a confusão que são uma festa, a praia a 2 minutos pé, um pôr do sol que nos faz renovar a fé nos dias melhores que hão-de chegar e nós, os cinco, todos juntos outra vez.
365 Grateful. Sempre.

Páscoa


quinta-feira, 17 de Abril de 2014

spring playlist #6

O que dizem de nós



Oh Portugal. Oh Portugal. I am so excited to start sharing the images and beauty of Portugal with all of you. Spain had a beauty all it’s own, but to be honest Spain did not win me over the way Portugal did. I think by nature you connect better with one place over another. I loved so many moments during our time in Spain, but overall was not head over heels like I was with Portugal. I could spend years in this country, soaking up the color, water, sun, and coastal life of the Portuguese. Though I struggled with learning the language and understanding it, I still felt a deep connection to everything that was Portugal.
» Imagens e texto lindo sobre o nosso querido Portugal, The Fresh Exchange. Para seguir a estadia da Megan em Portugal, é aqui. Imperdível!

A receita

beet cake from tiger in a jar on Vimeo.

Elogio à Família

família é uma palavra bonita demais, a que tantas vezes não damos o devido respeito. nem valor. porque deve ser o maior elogio que alguém nos pode dar: chamar-nos família.
a primeira família que temos, a de sangue, como se costuma dizer não se escolhe. não se encontra. e por isso é tão especial, porque somos sangue do mesmo sangue, gene do mesmo gene, porque nascemos juntos, somos o nosso clã: aqueles que serão os nossos para sempre. mas depois existe a família que vai crescendo ao longo da vida, não pelos laços de sangue ou parentesco, mas pelos amigos que viraram primos, tios, manos e manitas. sim, porque aos amigos que são mais, dá-se um nome de família. são meus amigos? não, são minha família..

a diferença da família para os amigos é a presença. os amigos vão e vem. estão mais próximos ou mais longe. a família não está, é! a família nunca fica longe, fica apenas mais calada. os amigos chateiam-se, a família entende. os amigos cobram quando não telefonamos. a família telefona. os amigos não sabem quando são os momentos importantes da vida. a família aparece sempre sem precisar de aviso: lá de trás da porta, da casa ao lado, do outro lado do mundo, mas aparece sempre. e continuam as mesmas conversas de sempre como se fossem ontem. os amigos combinam para se encontrar. a família bate-nos a porta. aliás, a família entra pela porta mesmo sem bater, porque tem a chave de casa. aos amigos dizemos que gostamos. à família dizemos que os amamos. dos amigos sentimos saudades. da família sentimos a falta. os amigos enchem-nos os dias de coisas boas. a família enche-nos a vida de coisas boas.

como ontem, quando um dia difícil se meteu no meio de nós, apertou-nos o coração, quebrou-nos as forças. dia de merda, deixou-nos os olhos em lágrimas. mas o dia, mesmo duro - muito duro -, foi mais fácil porque a família estava lá. e nem foi preciso combinar: foram aparecendo, almoçou-se, conversou-se, fez-se companhia, bebeu-se uma verde, amparou-se os abraços, e os braços. e juntos, fomos família pela primeira vez num dia difícil. e juro que se cantou noite dentro:

"- esse coração assim desagasalhado, vais sair assim? 
não, não vais. saíste com um riso, mesmo no meio das lágrimas, deixaste a janela do sorriso aberta, coisa boa, coisa desperta. e olha: deixa-te de complicação, liberta a alma dessa prisão, deixa-te guiar pelo coração. porque há um bom feeling dentro de ti. um bom feeling dentro de nós, familia cuya.."
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Vamos voltar aqui #2








Praia Vale dos Homens.