sexta-feira, 22 de Agosto de 2014

Inspiração para o fim-de-semana »♥«

1. Ir.
2. Ouvir.
3. Comer.
4. Ler.
5. Amar.

Palavras que podiam ser minhas (soubesse eu escrever assim):

«É inevitável, a tristeza irrompe sempre pela vida, o importante mesmo é não lhe dar conforto que chegue para se instalar. Como aquelas pessoas chatas que para apressar recebemos em pé.
Penso imensas vezes sobre as razões porque insisto tanto em ser feliz. Acho que à força de querer tanto já não sei ser outra coisa. E não tenho medo nenhum de o afirmar, porque também existem uns tantos teóricos da vida que acham que as coisas boas se guardam no cofre, eu prefiro saldar gargalhadas numa venda de garagem. Acho que é inegável que existe uma cumplicidade grande entre o sofrimento bem digerido e a maturidade. As melhores pessoas que conheço não são as tristes, são aquelas que digeriram a tristeza da vida e converteram isso em fermento de carácter. E essas pessoas, também não são aquelas que passam a vida a acusar a sua condição de orfandade para se fazerem grandes empoleirados na tristeza. São aqueles que choraram na altura certa, que deram o desconto ao sadismo da vida, que condescenderam desde novos com as incongruências do destino, que não desistiram dos seres humanos só porque nem tudo era perfeito, nem ficaram reféns na procura passiva do sentido de justiça. Essas são as pessoas TOP! São os amantes da vida.» Isabel Saldanha

» créditos imagem | josé manuel ferrão para a Revista Casas de Portugal

Dicas para bem emagrecer (nos dias "difíceis")

Nos dias mais difíceis do mês a história é outra, e quem diz que é fácil manter tudo certinho e direitinho sem ter vontade de acabar com uma palete de chocolate coma-com-pão, mente. 
O mau humor mistura-se com uma sensibilidade nada impermeável, o desconforto casa com as dores de cabeça e o cansaço extremo, e a fome emocional, essa grande traidora, chega sem aviso, sem dó, a pés juntos e pronta para fazer estragos. Nesses dias isto custa mesmo muito mais...
O que reforço nesses dias, para dar a volta a estes sintomas*:
 - mais cálcio (para diminuir as cólicas e inchaço): iogurtes, leguminosas, frutos secos (nozes), salmão.
 - vitamina B6 (produção de serotonina): bananas, peixes.
 - magnésio (ajuda na dor de cabeça e compulsão por doces): abóbora, sementes de girassol, abacate, cacau.
 - vitamina C (combater o cansaço): laranja, limão, melão.
 - vitamina E (combater a irritabilidade): gema de ovo, azeite.
 - e omega 3  (combater as dores): atum, sementes de linhaça.
Mais fibras, menos carne, zero açúcares, reduzir o mel (nesta fase), reduzir o sal (sempre), e beber muitos líquidos, água, chá, sumos naturais. Juntar sempre um bocadinho de canela e/ou cacau às frutas (para sentir menos vontade de doces) e fazer uma caminhada de meia hora, todos os dias. Logo de manhã, com o meu adorado Sal como companhia e o dia começa muito melhor.

* - mais dicas (para estes dias e todos os outros) na minha querida Revista Boa Forma

» créditos imagem | the bojon gourmet

De quem não gosta de nós*

«Há pessoas que não gostam de nós. Não é preciso serem pessoas com a mania da conspiração. Simplesmente não gostam de nós, *com a mesma naturalidade com que não gostam de puré de batata.
Há quem fique verdadeiramente incomodado quando percebe isso… ainda para mais porque puré de batata não é assim tão desagradável. O que normalmente acontece é tentar agradar a todo o custo à outra pessoa – quase implorando que goste de nós – ou ficar tremendamente indignado com o facto de não sermos gostados…
Se formos o que é suposto sermos – com toda a autenticidade e radicalidade que isso implica – vamos necessariamente chocar com outras pessoas. Vamos ser diferentes do que elas gostariam que fossemos. Vamos ter visões diferentes do mundo e vamos fazer escolhas diferentes. 
E isso é motivo para estarmos agradecidos. Não só porque a diversidade é uma riqueza, mas porque é uma coisa terrível ser alguém de quem toda a gente gosta. Porque para isso acontecer é preciso estar sempre a mudar para agradar a toda a gente. É preciso ter 100 máscaras diferentes. É preciso deixar de ser autêntico e passar a ser um personagem inventado. Personagem que por ser inventado não consegue ser feliz.
Da próxima vez que não gostarmos de alguém, da próxima vez que alguém não gostar de nós… não nos vamos preocupar. Vamos antes ficar agradecidos… tanto que certamente haverá alguém que gosta de puré de batata.» [inesperado.org]
» créditos imagem | salt & steel

quinta-feira, 21 de Agosto de 2014

A vida com um cão

O post chama-se "Life with a dog" e descreve o que se sente antes e depois de termos um cão. As saudades quando não estamos com ele, a vida mais cheia de afecto porque nos amam incondicionalmente, o companheirismo, a brincadeira, as patetices, as meias roubadas e as pantufas roídas, a alegria sem fim cada vez que chegamos a casa (mesmo que voltemos a casa 10 minutos depois de termos saído), a empatia quando estamos felizes e quando estamos tristes, o mimo sem cobrar nada em troca, o coração apertado quando se magoa, quando está doente, o amor sem fim que nunca pensei que pudesse vir a sentir por um amigo de 4 patas.
Adoro o meu cão, o meu querido, querido Sal, de paixão. Daquelas paixões que me enchem a alma de alegria por saber que ele existe e que vai estar connosco tantos e bons anos e das que fazem faltar o ar só de pensar que um dia ele me pode faltar.

» créditos imagens | 79 ideas

Algumas das minhas dicas, para bem emagrecer



De manhã o ritual é sempre o mesmo. 30 minutos antes do pequeno-almoço uma chávena de chá (normalmente tomo branco) ou um copo de água morna com limão. Depois, vou alternando as coisas que gosto e que ajudam a acelerar o metabolismo: cereais com muita fibra, papas de aveia, fruta, e leite ou iogurte. Sempre com um fio de mel (porque tem estes benefícios) e um pouco de canela (que tem estes). A meio da manhã nunca tenho muita fome, nenhuma, aliás. Mas bebo sempre um iogurte (se não bebi de manhã) ou como um bocadinho de frutos secos (cajus ou nozes ou amêndoas com pele) ou como uma maça com um triângulo de queijo magro. Ao longo do dia vou bebendo água, muita água (simples ou aromatizada com frutas e ervas aromáticas - vou postando as receitas das águas aqui).
O almoço é alternado entre leguminosas com legumes (adoro grão com abóbora e batata doce), couscous, quinoa e bulgur (posso comer disto todos os dias), ou peixe grelhado, ou carne branca (porque não gosto mesmo de carne vermelha) que vou fazendo de formas diferentes para não enjoar. Não sou muito fã de carne grelhada, por isso prefiro ir procurando receitas que, sendo saudáveis, ajudem a quebrar a monotonia de um plano alimentar para perda de peso. Encontro sempre óptimas sugestões aqui, aqui e aqui e adapto-as ao que devo comer.
Ao jantar como quase sempre só sopa, ou alguma coisa que faço no forno para a família, e que acompanho com salada, ou só salada com alfaces diferentes, rúcula, um bocadinho de nozes, queijo magro e azeite balsâmico (no verão uso e abuso da melancia nas saladas) ou uma boa tigela de gelatina com frutas, ou um batido de legumes e frutas.
Antes de dormir, e porque me deito sempre tarde (a minha grande falha nas dicas para emagrecer de forma saudável), bebo sempre um chá (nada de estimulante - camomila ou tília ou cidreira com mel). Se comi muito pouco ao jantar e sinto fome (mesmo fome) como uma gelatina destas (são óptimas, têm 0 açucares e imensos sabores para variar - as barras de cereais também são muito boas e amigas da linha, e o muesli é delicioso) ou uma maçã com uma bolacha maria.
Até aqui, tem sido um caminho saboroso e, quase sempre (quase...), feliz.

» créditos imagens (deliciosas) | dolly and oat meal

Do sentido das coisas

Não é uma forma de descrença, ainda menos desistência. É seguir em frente sem olhar para trás, para o lado, para o que (ou quem) não adianta, só atrasa. Não é querer mal, pelo contrário, quero sempre bem, desejo sempre bem. Não guardo rancor, nada, de ninguém. Fecho ciclos, encerro capítulos, guardo o que foi bom, elimino (mesmo) tudo o que me fez mal ou desiludiu ou entristeceu. Passou, é passado, não pertence aqui, ao agora, e ainda menos ao que está por vir. É uma forma de estar. A minha. A que me faz bem, a que me permite olhar para a vida de forma resolvida, positiva, de queixo levantado e olhar no horizonte. A verdade é que as pessoas e as coisas que nos acontecem, que cruzam o nosso caminho e que um dia fizeram parte de alguma das esferas da nossa existência, têm a importância que lhes dermos. E quanto mais nos apegarmos a elas, em palavras, imagens, gestos ou contradições, mais nos apegamos ao passado, ao que foi e já não volta, ao que era e já não é, à verdade de uma mentira que queremos manter. Porque mudar custa. É como crescer, dói. E quando sabemos que vai doer preferimos evitar, ou ir evitando. Até dar. Muitas vezes a mudança (do sentido das coisas) é bem mais simples do que imaginamos, do que supomos, do que achamos que sentimos. Chama-se desapego, e treina-se. Todos os dias. Se quisermos.

» créditos imagem | the noisy plume

quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Pausa*

1. Um lugar novo para descobrir.
2. Uma música para ouvir (e repetir, repetir, repetir).
3. Uma receita nova para fazer.
4. Um mantra novo para interiorizar.
5. Um sonho para sonhar.

Palavras que podiam, tão bem, ser minhas:

«Dizem que devemos pedir alto e em bom som aquilo que queremos. A minha avó garantia-me que a palavra falada tinha poderes mágicos. Afinal, antes de tudo ser, já o verbo era.
Eu não sou muito de pedir mas a verdade é que das poucas vezes que assumo algo que quero, esse algo aparece-me aos pés. Se calhar tenho ali um armazém celestial cheio de dádivas à minha espera sem saber. Se calhar, o mundo espera por mim, por um pequeno primeiro passo meu. Se calhar estou pronta.

Descobri que o meu cansaço se devia em grande parte ao não dormir o suficiente. Sabiam-me bem aquelas horas à noite sozinha, quando todos já estavam a dormir. Era esse o meu espaço para trabalhar, para descansar, para ser eu. Mas não dormia o suficiente. Deitar cedo e cedo erguer dá mesmo saúde e talvez faça crescer. Sinto-me muito melhor, os dias são maiores, o tempo está comigo e eu - eu estou no mesmo ritmo da família. Quando olho ao espelho não me vejo como algo que não reconheço e aquela camisola velha e larga voltou a ser a camisola que me faz sentir confortável e não apenas a camisola velha e larga de sempre. 
Agora resta-me descobrir como encontrar espaço para mim e para o meu trabalho durante o dia e não deixar que as encomendas à minha espera me façam sofrer. Vai ser mais fácil do que pensava.

Agora que já encontrei o ritmo que precisava (não me importo de conseguir acordar ainda mais cedo, com os primeiros pássaros da manhã e isso é bem capaz de acontecer com a vinda da Primavera) sinto que posso e devo assumir aquilo que já há muito deixou de ser um sonho e tomou conta de mim. 

Eu quero viver numa quinta. 

Não é fácil dizê-lo, mesmo que escrito. E mesmo não sendo novidade nenhuma, parece que algo em mim encontrou o seu lugar e que talvez por isso eu esteja pronta para o querer mais que nunca.
Não é um sonho, é uma necessidade. Sei que não é coisa pouca mas para quem nunca pede nada... Abram esse armazém aí em cima que eu estou pronta. Prometo que vos trato bem e que nunca vos deixarei cair em esquecimento. Sim?

Agora vou ali dizê-lo em voz alta.»

[créditos texto |  amo-te mil milhões]

» créditos imagem | 79 ideas

Pequenos-almoços pelo mundo







Baixa House
Rua dos Fanqueiros
81
Lisboa

» créditos imagens | maria larreina via con botas de agua

Disto, de recomeçar

Ter um sonho, uma ideia que faz brilhar os olhos e acelerar o coração. Partilhar a ideia, perceber que tem consistência para avançar, passar a ter um projecto. Acreditar, com todas as forças, que vai mesmo acontecer. Que vai acontecer e que vai correr bem. Fazer-me rodear de outras pessoas com o mesmo comprimento de onda, a mesma sintonia, a mesma energia e o mesmo entusiasmo pela vida, pelas coisas bonitas e pelos projectos que têm na essência o envolvimento de muitas outras pessoas, a vontade de divulgar o trabalho de gente talentosa, a fórmula "dividir para multiplicar".
Correr atrás do sonho e manter-me firme no plano, fazer uns ajustes, limar umas arestas, esperar, trabalhar, esperar, trabalhar, correr, correr muito, gerir frustrações, dias cinzentos e más energias. Cair, esfolar os joelhos, uma e outra vez. Cuidar, curar, sarar. Sacudir a poeira, secar as lágrimas, respirar fundo, voltar a ver o sol nascer, um dia após o outro, voltar a acreditar que o caminho faz-se a andar e as contrariedades da vida são só a chuva que cai antes de vermos o arco-íris. Faz parte. E é só a ordem natural da vida. Aceitar.
Ainda não é Setembro, o mês mais doce da minha vida. Ainda tenho uns dias de férias no horizonte, no azul mais apaziguador do mundo, rodeada dos amores que a vida me deu e dos outros amores que são uma extensão de nós. Ainda não é Setembro, mas o meu coração começa a bater mais forte pelo aproximar de um novo ano. Um recomeço. Um delicioso recomeço. Fresco. Leve. Solarengo.

» créditos imagem | blue mountain thyme

terça-feira, 19 de Agosto de 2014

Três boas inspirações, para emagrecer de uma forma saudável

Entramos numa espécie de velocidade cruzeiro, que é tudo o que uma pessoa não quer quando tem um objectivo difícil pela frente: perder (mais) 15 quilos. 12 já lá vão, mas parámos neste marco. E é normal que agora seja mais lento e mais difícil. Porque o organismo reagiu às alterações alimentares, reagiu, depois, à entrada, ainda que lenta, do exercício físico e agora, com esta combinação já perfeitamente alinhada, demora muito mais tempo ver os gramas a descer na balança.
Confiar. E é este o verbo que tenho conjugado mais vezes nos últimos dias quando o assunto é o meu novo plano alimentar, os meus novos objectivos. Além de todo o processo para chegar ao peso ideal, estamos também em modo luta contra a maravilha de nível de colesterol que baixou aqui para os meus lados (sendo que este não é um assunto novo, infelizmente).
Juntam-se agora às dicas da minha Nutri. (copo de água morna com limão mal abro a pestana, um punhado de nozes a meio da manhã, leite de soja em vez do tradicional, iogurtes de soja, peixe-peixe-peixe, muitos legumes e muita sopinha da boa), as dicas e sugestões da Claire, da Rosalie, do James e da Laurentine.
Se também andam com preocupações ao nível do sonso do colesterol, e querem manter um estilo de vida mais saudável (a minha principal preocupação), os próximos posts trazem novidades e um plano ajustado, super, super simples.

» créditos imagem | let it be cosy

Como um lema de vida

« (...) E fui. Se não tivesse nada, ao menos diria a mim mesma que tinha tentado. Embora soubesse, por experiência em vida, o fraco consolo que há em tudo o que não chega a ser. Tive coragem, tive. Fui buscar a força que precisava à família que criei, não tenho pais para pedir colo, mas tenho um avó de coração grande que sei está sempre a olhar por mim. Enchi o peito da pessoa que queria ser, se virasse às costas ao momento, era eu quem ficaria para trás. Queria advogar às minhas filhas que a vida não se faz só das escolhas assertivas, mas das escolha acertadas, queria ensina-las que a crença em nós mesmos, é a maior prancha para os mergulhos altos da vida, queria dizer-lhes que se deixassem arrebatar sempre que o coração sobe acima da garganta e o pulsar se torna tão intenso, que não agir é morrer. E queria dizer-lhes, que a fronteira entre a coragem e a inconsciência é ténue, só assim se percebe que a sorte protege os mais audazes, mas não se dobra aos inconscientes. E não podia fazê-lo, senão desatasse a correr atrás dos sonhos, se não suasse em demasia para os alcançar, se as pernas não me tremessem de medo, se não perdesse as noites de sono e as madrugadas a trabalhar, e se não fosse buscar às nublosas incertezas do futuro as respostas que precisava, para as dúvidas que ainda vou tendo. Ainda não venci. Quem escolhe a paixão, escolhe a luta. Nos filmes há sempre a batalha final, na vida há várias até ao fim. Mas uma coisa é certa, sempre que iço a espada, sempre que verto a lágrima, suo, corro, choro, perco e venço, é por mim que o faço. Na luta mais legítima que há em vida, a melhor de todas, a luta por ser feliz!»

» créditos imagem | united by blue

segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

Casa de Férias









Pequena, perfeita para férias. Despojada, arejada, com ar acolhedor, fresca, luminosa, feliz. Um toque muito nórdico, nas madeiras, no chão. Um estilo funcional, prático, com detalhes que adoro (a cozinha conquistou-me por completo!). As cadeiras "rabo de bacalhau" (amo), o banco corrido, o rádio antigo, as escadas de madeira que gostava de ter em casa, o pequeno jardim, as árvores à volta da casa, e, nos meus sonhos, um cheiro intenso a figos, de uma enorme e robusta figueira, que adorava ter sempre por perto.
» créditos imagens | stadshem

Meco










Foz e Bicas. As nossas escolhas habituais. Banhos de argila, muitos mergulhos num mar tão azul, revolto, fresco (água mesmo fria) e tão energizante. Voltar a Alfarim, que adoro, petiscar no Domingos, jantar no Mequinhos. Um destino que adoramos, que fica perto de Lisboa e que, se contornarmos as “horas de ponta” na travessia do Tejo, é sempre uma óptima escolha.
Desta vez escolhermos a praia das bicas. Os miúdos adoraram as pinturas de argila, andaram para trás e para frente todo o dia. Cansa ver tanta energia. E, ao mesmo tempo, faz-nos querer viver mais ver tanta energia.

Regressar a casa já noite, tomar o duche rápido e deixá-los adormecer cada um a seu tempo. Sentarmo-nos a namorar no sofá da sala, com um filme qualquer, ou na melodia boa do vinil. Por entre planos decidimos qual a praia do dia a seguir, o que precisamos preparar, o que vão gostar de fazer, o que os vai divertir. São sempre assim os nossos fins de semana durante o Verão. São tempo de todos e para todos, dedicamo-nos, brincamos, conversamos, divertimo-nos, ralhamos se preciso for, mas é um tempo de luz, de sol e de alegria, o que para nós nunca é demais.  

Começar os dias com o verão à mesa

1 maçã
1 chávena de amoras
5 ameixas vermelhas
2 pêssegos maduros
1 colher de sopa de açúcar amarelo
sumo de 1 limão

2 chávenas de flocos de aveia (triturada - reduzida a pó)
1 chávena de amêndoas com pele
2 colheres de sopa de manteiga de amendoim
2 colheres de sopa de linhaça (moída)
2 colheres de sopa de óleo de côco

Lavar e partir a maçã aos bocadinhos. Lavar as amoras e juntar à maçã no mesmo tabuleiro. Laminar as ameixas e os pêssegos, juntar no tabuleiro. Regar a fruta com o sumo do limão, polvilhar com a aveia, o açúcar, a linhaça triturada e a manteiga de amendoim (que entretanto já tínhamos  misturado com a aveia e forma uma espécie de pasta-areada para a cobertura). Por cima, as amêndoas picadas grosseiramente.

Levar ao forno (já quente) por 15 minutos.

Gosto de comer ainda morno, com uma boa chávena de chá frio a contrastar (chá de hibiscos, é óptimo). Os meus gulosos gostam desta delícia com uma bola de gelado. Framboesa, morango ou limão. Da Conchanata.

» créditos imagem | a tasty love story

Como um lema de vida

«Muitas vezes, conhecemos as pessoas certas nas alturas erradas. Faz sentido. A vida quase nunca é como gostávamos que fosse.
Por um lado é pena, mas, por outro, é também nos impossíveis que se cresce e amadurece. Afinam-se os critérios, apura-se uma ou outra virtude e treina-se a liberdade interior.
O desapego é um exercício difícil mas não é impossível, e, quando menos se espera, acontecem verdadeiras surpresas e as pessoas revelam-se no seu melhor. E é isso que devolve a paz, e dá forças e inspiração para ir mais longe. Por mais paradoxal que pareça, certos impossíveis enchem-nos de certezas felizes.»

coisas da vida | laurinda alves

» créditos imagem | resolute woman

domingo, 17 de Agosto de 2014

Banda sonora de Agosto #2

crazy
lullaby

» créditos imagem | treasures and travel

Disto, de acreditar

Mudar a vida toda por amor é um acto de fé. Acreditar que a distância não separa duas pessoas que desejam mais que tudo ficar juntas, é confiar, em nós, no outro, na vida. Dar passos que outros diriam maiores que as pernas, tomar decisões que outros apelidariam de insanas, cerrar os dentes e calar quando o que queremos é gritar, e arregaçar as mangas para lutar quando o mundo todo se põe em bicos de pés para ficar contra, é ter coragem.
Um dia senti e acreditei que era este o amor pelo qual tinha esperado e sonhado a vida inteira. Um dia tive a certeza absoluta que era ao lado desta pessoa que eu queria estar, viver, amar e envelhecer. Um dia acreditei que juntos seriamos capazes de enfrentar ventos e marés até que a paz, a bonança, a calmaria chegasse às nossas vidas. E esse foi o dia mais importante e decisivo da minha vida.
E hoje, uma mão cheia de anos depois, num dia que podia ter sido absolutamente banal, as coisas pequenas que nos enchem o peito de ar e nos mantêm sintonizados em tudo aquilo que é, para nós, realmente importante, provam-nos, uma vez mais, por que valeu (tanto) a pena esperar.

sexta-feira, 15 de Agosto de 2014

Para (bem) emagrecer, comer




Tem sido mais ou menos assim. Coisas frescas, em pouca quantidade, fruta variada, mas muitos frutos vermelhos, alguns batidos com legumes e fruta, pão integral, muffins de mirtilos e quinoa [esta é uma das melhores receitas do mundo!], muitas saladas [de frango, salmão, atum, camarão, abacate e queijo fresco, requeijão e nozes...] bruschettas de tomate e manjericão, sopas frias (de meloa, gaspacho, tomate com alecrim), leite de soja e iogurtes... E no Verão eu posso viver só desta alimentação. 
Se somar a isto tudo peixe grelhado, que também pode ser todos os dias, especialmente salmão (ou sardinhas com salada de pimentos, amo!), uns petiscos ao fim-de-semana (a bela da amêijoa à saída da praia), litros de água, chá frio de menta e limão e até ao início do frio não sinto falta de mais nada. Mesmo.

» créditos imagens | a beach cottage

quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

Férias em família e um destino perfeito











Quem já esteve nas ilhas gregas guarda as melhores memórias de tudo aquilo que estas imagens (maravilhosas) descrevem. As águas transparentes, o azul tão vivo, as pessoas, as casas, a gastronomia, um jeito simples de viver e um tempo que parece passar mais devagar.
Quem já esteve nas ilhas gregas pensa voltar, uma e outra vez. Eu penso, quero e hei-de voltar. Desta vez com a família toda, e para a ilha de Kefalonia, a melhor para férias em família. Montanhas, vilas pequeninas, praias e paisagens inesquecíveis e o cenário idílico de um dos filmes mais bonitos de sempre: O Capitão Corelli. 

» créditos imagens | garance doré